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Saiba O Que O Medo Pode Causar E Os Segredos Para A Libertação – Parte 3

Saiba o que o medo pode causar e os segredos para a libertação – Parte 3

A descoberta do medo e seus tipos

Como descobrimos nossos medos? O que o medo pode causar? Há aqueles que são reais e aqueles que são imaginários. O medo real é o que acontece e o que te incomoda naquele momento, com seus efeitos como, por exemplo, alguém te seguindo, você quebrando uma perna, sofrendo um assalto ou algum acidente. O medo imaginário é o pós, o que é criado. Nosso cérebro não consegue identificar o que é real e imaginário. O que se pensa acaba ocasionando reações no corpo e na vida. O medo só traz sofrimento. Dor, muitas vezes você não vai ter a opção de tirar, ela está ali presente. O medo você pode quebrar.

A identificação do medo pode ser feita em uma escala de 0 a 10. Como é seu medo em relação à segurança, a sua empresa quebrar. Tem gente que tem tanto medo que eu pergunto quanto ela pagaria para se livrar desse medo. Seu medo tem um preço? Às vezes as pessoas respondem que o preço é a própria vida delas. Olha o tamanho do espaço que o medo ocupa na vida dessa pessoa. Se você tem medo de sua equipe não bater uma meta, por exemplo, essa equipe vai sentir esse medo e ela não vai bater. É preciso criar uma estratégia para que você bata de frente com esse medo e acabe com ele. Quebrá-lo, só depende de você.

Algumas maneiras de vencer o medo

Existe uma maneira de trabalharmos recursos que ainda não estão dentro de nós para vencermos nossos medos e o que o medo pode causar. Pessoas que ficaram milionárias, tiveram sucesso e maestria no que fazem, 85% delas vieram do nada e 87% desenvolveram recursos internos. Recurso interno é foco, disciplina, persistência, determinação. Tudo que fazemos tem um preço.

Podemos lidar bem com nossos medos e insegurança diante de tantas oportunidades no âmbito profissional. Pense sempre pelo lado bom. E se você não tivesse isso? Se outra pessoa tivesse essa oportunidade? As pessoas sentem medo de fracassar, mas elas também têm medo do sucesso. O medo vai estar sempre nos acompanhando. Medo de falhar como pai ou mãe, de falhar no amor. Mas se você não fizer, você vai assistir de camarote a outra pessoa fazendo.

Sempre que estiver diante de um desafio, procure um lugar dez minutos antes, um banheiro, uma salinha, o que for, deite-se no chão, eleve suas pernas. Quando você faz isso, o seu sangue volta e começa a irrigar as células neurológicas e o seu corpo vai passando por uma homeostasia. Toda vez que passamos por um momento tenso, de estresse, fazemos vasoconstrição cerebral, não conseguimos pensar adequadamente. Quando isso acontece, o sangue vai para as extremidades.

A criação do medo

Há medos que foram criados de acordo com a maneira dos pais cuidarem de seus filhos. Os pais têm uma tendência de quererem proteger seus filhos. Essa proteção às vezes pode ser em excesso ou não, achando que aquilo que estão fazendo é certo. Há 30, 40 anos, vivemos, por exemplo, uma educação rígida, com os pais batendo em seus filhos, com eles ficando de castigo na escola, até ajoelhados no milho. Isso traumatizou uma geração fisicamente e emocionalmente. Isso altera muito as pessoas, trazendo a agressividade mais à tona. Se pegarmos uma criança que foi agredida desde pequena e sofria represálias para ter uma boa educação, quando o pai faz isso, faz com a intenção de “corrigir”.

Sabemos que hoje, no comportamento humano, se você bate em uma criança, cinco minutos depois, ela não sabe porque apanhou. O que ela guardou, foi um movimento de agressão, o trauma que deu nela, a desvalidação. A situação só piora. Isso já é comprovado estatisticamente e neurologicamente. Então, os nossos medos, muitas vezes vêm de casa. Eu tive uma aluna, por exemplo, de 42 anos, que tinha uma dificuldade séria de relacionamento, não conseguia se relacionar com ninguém, uma séria dificuldade de se relacionar com homens. Fomos até os 4 anos de vida dela e ela foi abusada por três tios ao mesmo tempo. O cérebro dela bloqueou isso, com uma proteção, mas isso estava implantado nela. Com a técnica, não apagaremos o ocorrido, mas tiraremos a emoção. Se deixarmos, ela nunca iria conseguir se relacionar. O inconsciente, que é nosso protetor mas, também nosso sabotador, traz isso à tona como uma sensação.

Uma das grandes sacadas dentro da Programação Neurolinguística é trabalhar as experiências e as sensações das pessoas, fazendo com que elas tirem a emoção negativa, sem dor e sem sofrimento. O que acaba conosco hoje tanto estruturalmente como fisicamente é justamente não sabermos lidar com as experiências que tivemos. Nós imprimimos uma emoção junto, quando é pai, quando é mãe e isso acaba nos machucando. O que queremos quando criança é agradar e que nossos pais nos reconheçam. Uma reprimenda acaba sendo uma agressão.

A melhor forma de educar alguém é com amor. Já peguei uma criança psicopata com 7 anos, que dormia fechada no quarto. Os pais consultaram os melhores médicos mundiais e chegaram a mim, uma reles profissional perto de grandes nomes. Eu disse uma coisa que chocou e que só há uma saída: amá-la. Essa criança vai ser filho deles para o resto da vida. O amor, talvez, seja uma dosagem que o medicamento não dá. Um afeto, um abraço, um beijo talvez possam mudar essa veia neurológica. Eu ainda acredito que isso possa acontecer e tenho cases que obtiveram excelentes resultados e continuam tendo.

Cuidado. As crianças são muito rotuladas com déficit de atenção, hiperatividade. Nós acabamos entrando nesses rótulos e, aí, o pai e a mãe, por proteção, cuidam de seus filhos de uma forma errada, precipitada. Crianças tomando antidepressivos com 11 anos e elas mesmas acabam se rotulando. Esses rótulos vão se tornando crenças, que vão se tornando doenças. Já nos deparamos com diagnósticos errados em nossos treinamentos. Então, temos que lutar contra aquilo que nos oprime, que nos traz dor, que nos traz sofrimento. E lute contra qualquer diagnóstico. Lute verdadeiramente contra o medo! Lute contra o que o medo pode causar!

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